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Livro traz artigos sobre gestão por competências |
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Pesquisadores da FEA/USP abordam as mais novas |
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Os temas apresentados em cada um dos trabalhos são
resultado dos debates realizados na 12ª Jornada AAPSA (Associação
dos Administradores de Pessoal) em parceira com o Programa de Estudos
em Gestão de Pessoas (PROGEP-FIA). "A empresa competitiva
precisa, mais do que nunca, compreender o elemento humano e desenvolver
a educação corporativa, o que trará implicações
mais concretas para a organização, como, por exemplo, os
modelos de remuneração", declara Dutra. A obre reúne seis artigos, que trazem a linha
de pesquisa de cada um dos autores. No trabalho "O conceito de modelo
de gestão de pessoas - Modismo e realidade na gestão de
Recursos Humanos", o professor André Luis Fischer, Vice-coordenador
do curso USP-MBA RH, debate esses modelos. "O conceito de modelo
competitivo de gestão de pessoas é uma realidade concreta,
não uma abstração oriunda da imaginação
de estudiosos do tema. Por mais sensível aos fatores externos e
internos à empresa, tal conceito assume configurações
mais diversificadas, mostrando-se menos padronizado e prescrito que os
anteriores", declara o autor. Nos textos "Gestão de pessoas
com base em competências" e "Gestão do desenvolvimento
e da carreira por competências", o professor Joel Dutra busca
debater o conceito de sistemas de desenvolvimento e de carreira por meio
da competência. O técnico do PROGEP José Antônio
Monteiro Hipólito discute as "tendências no campo da
remuneração para o novo milênio", debatendo sobre
o avanço da parcela variável de remuneração
no composto de recompensas. Para Hipólito, "é inquestionável
que vivemos um momento de transição, em que boa parte das
organizações já experimentou formas alternativas
de gerenciar seus sistemas de recompensa e outras continuam observando
os movimentos de mercado, à espera, talvez, de que um nível
maior de pressão os obrigue a mudar". Já a professora
Maria Tereza Leme Fleury, Vice-diretora da FEA e Coordenadora do PROGEP,
apresenta uma análise sobre as competências organizacionais
e individuais e sobre os processos de aprendizagem individual e grupal
no artigo "Aprendizagem e Gestão do Conhecimento". Segunda
a autora, "a tendência à coerência que caracteriza
as interpretações organizacionais é possibilitada
pelo partilhar de informações e transcende o nível
individual. É a maneira pela qual a organização preserva
o conhecimento do passado, mesmo quando alguns elementos chaves a deixam." A fim de pousar um "novo olhar sobre a educação corporativa (Desenvolvimento de talentos no século XXI)", Marisa Eboli fala sobre a importância da educação corporativa para o desenvolvimento da competitividade empresarial. A professora defende que "é necessário formular sistemas educacionais competitivos que incorporem novos elementos, tais como recursos tecnológicos e de aprendizagem, promovendo, desta maneira, a transição de alunos que se comportam como aprendizes passivos em gestores ativos de negócios do cenário global". Gestão de Competências Organizador: Joel de Souza Dutra Editora Gente, São Paulo, 2001, 118 p. - www.editoragente.com.br |